Canais que valem a inscrição

Oi gente,

vim aqui hoje falar dessa rede social que todos consideramos pakas. Parece que agora as crianças estão se alfabetizando no Youtube, assistindo desenhos no Youtube, colocando lá na resposta de “o que você quer ser quando crescer”: Youtubber. Eu não faço parte dessa geração, não troco minha bela e velha e boa TV, mesmo que já não assista mais como antes.. afinal, NETFLIX veio pra ficar.

Mas mesmo assim, eu curto a plataforma, acho bem interessante.. As vezes até penso em uppar algum vídeo, mas logo desisto, porque os únicos que eu tenho são da minha cachorrinha fazendo gracinha ❤

De qualquer forma, aqui elenquei meus canais favoritos do Youtube pra vocês compartilharem da emoção de aprender pela internet comigo (:

#1 muita comida gostosa com o “TPM pra que te quero?”

Gente, para que eu preciso chorar um pouquinho ….

Essa menina salva minha vida. É cada gordice sem limites que só Deus!! Melhores receitas, de verdade! E ela explica bem direitinho, da reproduzir quase tudo! Essa querida é a @JuFerrazF e ela arrasa!
Escolhi essa receita em homenagem ao natal, que já chegou 🙂

#2 muita comida VEGGIE com o “Presunto Vegetariano”

Olha, eu passei um ano e meio sendo vegetariana.. pretendo voltar a ser algum dia, se Deus me ajudar a combater o pecado da Gula, e quem me salvou foi essa pessoinha linda desse canal do Youtube.

As receitinhas são todas VEGANAS ou VEGETARIANAS. E todas que eu fiz eram super fáceis e muito gostosas! Essa receita é uma das minhas preferidas da vida!!

.. Mas Carol, você só assiste vídeo de comida no Youtube??

Não! Eu também escuto músicas, sigo blogueiras e celebridades..

#3 VEVO!

Então, apesar das mil polêmicas de direitos autorais que a gente não pode ignorar, o YT é uma ótima plataforma pra se escutar música..
No canal da VEVO eu normalmente escuto as playlists, que são ótimas e atualizadas! “Hot this week” e “New songs” são as minhas preferidas.

#4 Tudo Orna

Bom, elas são minhas blogueiras preferidas, não tinha como não seguir o canalzinho delas do YT. Ainda mais que os vídeos têm temas tão próximos da nossa realidade, nada glamouroso demais, nem vídeo de propaganda ou merchan.. elas contam sobre a vida, sobre os medos, sobre as experiências e é isso que faz o canal tão gostoso de assistir.

#5 Quer rir, pensar e evoluir tudo ao mesmo tempo? Jout Jout neles!

Jout Jout é demais! Só isso que eu tenho a dizer. Não tem o que dizer.. só sentir. Assista! Hahaha

Espero que vocês consigam se entreter com meus preferidos do YT ❤

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Curitibando

Oi gente!

Sexta-feira passada embarquei pra Curitiba de noite. Eu e o namorado fomos pra lá passear porque Segunda e Terça aconteceria o X CODAIP – Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, e eu que amo esse tema decidi ir.

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Chegando em Curitiba você sente de cara a maior diferença entre a cidade e o Rio de Janeiro: a temperatura. Eu já saí do avião sentindo os agradáveis 13 graus que faziam lá fora. Obviamente não consegui reclamar, porque agora nesse minuto, por ex, estou derretendo na cadeira do computador escrevendo esse post no meu quarto no Rio 40 graus.

Fora a temperatura, também notamos a diferença na educação fofa de todos os atendentes do aeroporto, desde os moços da comida até o motorista do ônibus executivo que leva pro centro da cidade. Aliás, tem um ônibus executivo que sai de tempos em tempos e é super confortável, uma mão na roda pra quem sai tarde do aeroporto e não quer gastar muito com táxi. Os horários são predeterminados então, a não ser que ocorra algum problema, o ônibus estará lá ou quase chegando..

Ficamos no superfofo e confortável Roma Hostel ou Hostel Roma, ainda não sabemos bem qual a ordem. É um casarão em frente a uma praça simpática e perto de tudo, fica no centro, então é uma localização estratégica pra quem vai se locomover pela cidade. O shopping estação (que tem esse nome porque fica onde era a antiga estação de trem da cidade) está a um semáforo de distância e lá tem milhões de opções de comida. Super indicamos o hostel por motivos de: bom atendimento, bom quarto, bom preço e boa localização. Aprovadíssimo. O site deles é esse aqui!

Nossa primeira parada no dia seguinte foi o Jardim Botânico que é simplesmente LINDO. Cheio de jardins floridos e pessoas aproveitando o solzinho que fazia durante a manhã, é o lugar ideal pra ir relaxar, caminhar e ler um livro.

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Depois do Jardim Botânico demos uma parada rápida no estádio do Coritiba (o famoso “Coxa”) e partimos para a torre das Mercês, uma torre antiga da Oi que foi feita para ser uma torre de comunicação telefônica, mas hoje é ponto turístico porque tem uma super vista panorâmica da cidade.

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Nós e nosso super guia, o Ricardo, amigo e xará do meu namorado 😉

De lá nós partimos para o almoço, fomos andando de carro e vendo todos os pontos turísticos, o passeio público, a rua das flores, o largo da ordem, vários lugares lindinhos – acabamos comendo num shopping lá em Curitiba que eu sinceramente não lembro o nome, não tinha nada de extraordinário não, mas tinha uma praça de alimentação honesta onde escolhemos ficar.

A próxima parada foi o Tour da Arena, Estádio de Futebol do Atlético Paranaense e um dos estádios MAIS LEGAIS que eu já vi. Ele foi todo reformado para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014 e está lindo, impecável, uma jóia. Tem até o único teto retrátil em estádios de futebol da América Latina (Uau!). O Tour tem 1 hora de duração, mas é bem legal! Vale a pena a visita, ainda mais que o ingresso é bem baratinho.

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Dalí partimos para a última parte do programa turístico: Parque Tanguá! Um lugar que, por mais que fique no meio da cidade, parece um espaço escondido no meio do nada.. A sensação que dá é que você saiu de Curitiba e foi visitar um espacinho calmo, lindo e tranquilo em algum lugar bucólico.

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O parque tem dois pedaços, um bem em cima e outro embaixo. Na parte de cima tem uma estrutura que parece a de um casarão aberto, com lojinha de souvenir e tudo. Por lá você consegue ver a água correndo e caindo como se fosse uma cachoeira, fiquei com um pouco de vertigem vendo toda aquela água passar pelos meus pés, mas pra quem não tem medo de altura é bem maneiro, hehe.

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Sim, o dia estava maravilhoso e não, isso não costuma ser normal em Curitiba. Todo mundo com quem falou disse que tivemos muita sorte com o tempo que pegamos esses dias por lá. Fez sol praticamente todos os dias e eu só peguei chuva durante um curto período de tempo já nos dias de Congresso, foi bem de boa. Mas assim, não se enganem, estava sol mas estava frio, olha minha blusa de manga cumprida, (;

Na parte de baixo tem um bar em um deck, coisa simples mas charmosa. E no lago logo abaixo do deck cai toda aquela água que você ver passar por debaixo dos seus pés lá em cima, muuito maneiro mesmo. O parque é super interessante.

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Depois de conhecer o parque Tanguá o Ricardo deixou a gente de novo no Shopping Estação – aquele perto do Hostel – e depois de comprar shampoo – que tínhamos esquecido no Rio – fomos pro nosso quartinho tirar um cochilo.

Já de noite jantamos na praça de alimentação do Shopping Estação e depois encontramos o Ricardo pra curtir a night curitibana – Shed, uma boate onde toca sertanejo.

No domingo meu querido namorado tinha que partir relativamente cedo, o voo dele fazia escala em Sampa e não queríamos arriscar dele perder, então demos um passeio rápido pela Rua das Flores, pelo Largo da Ordem (onde estava tendo a famosa feirinha de domingo!) e acabamos almoçando um hamburguer por lá! Eu, incompetente, esqueci completamente de tirar fotos do momento pré almoço.

Depois que o Ric foi embora eu peguei o rumo para o MON – Museu Oscar Niemeyer. Eu adoro arte e museus e estava ansiosa pra conhecer esse, principalmente porque a fachada dele é DEMAIS. Oscar Niemeyer caprichou no olho!

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Pra não dar spoilers e nem infringir os direitos autorais do museu, vou dar só uma provinha das fotos que tirei dentro das exposições, mas adianto que são todas muito interessantes e pra quem gosta vale a pena visitar todas as áreas do museu.

Ele na verdade é bem pequenino, tem algumas áreas de exposição e o próprio olho, onde você pode entrar e apreciar mais arte, mas mesmo vendo com toda a calma do mundo e apreciando cada exposição, eu gastei um total de 3 horas em todos os espaços do museu, inclusive do lado de fora, onde tem um parquinho que estava cheeeio de cachorrinhos, gente dançando, café de graça! Foi demais! Vale a visita. Eu não paguei entrada, acho que nos domingos o museu não cobra preço de ingresso.

Bom, a partir daí foi só Congresso.. Aproveitei muito Curitiba, tenho outro Congresso lá em Dezembro e acho que todos deveriam visitar a cidade pelo menos uma vez! Ela é linda!

Obs: Um único motivo para reclamar de Curitiba – não tem Starbucks )’:

Küsse

Álbum Europeu

Eba, mais um fim de semana chegando!

No almoço de ontem encontrei com duas amigas muito especiais que me fizeram lembrar de coisas muuuito boas que vivemos na nossa viagem pra Europa. Chegando em casa eu me lembrei que nunca postei as fotos desse álbum aqui! Achei que pode ser interessante, porque ele ficou muito lindinho (modéstia a parte) e foi super fácil de fazer (;

album-01O álbum que eu escolhi pra fazer meu “Álbum Europeu” foi esse fofinho com temática de viagem da Papel Craft.

Esse é um modelo mais antigo, de 2013-2014, então não sei se ainda vai estar disponível, mas a marca tem um outlet dentro da loja da travessa do Ouvidor – Centro do Rio – pode ser que tenha por lá!

O modelo é de pinos, no tamanho médio. De forma geral eu gostei dele, pela estética, mas pela praticidade o álbum de espiral é indiscutivelmente melhor. Esse aqui tinha mais folhas disponíveis (eu até removi algumas depois do álbum pronto, porque não usei!) e era mais bonito por parecer um caderno tamanho A4, mas me deu algum trabalho pra colar as fotos e, até hoje, quando você abre o álbum ele fica tentando se fechar sozinho, hehe.

album-02 Quando faço álbuns de viagem eu tenho mania de colocar tudo que eu guardo, moedas, passagens, tickets, etc. Uma dica que eu preciso dar pra vocês que têm os mesmos hábitos é: cuidado com a cola!! Pra colar as fotos no álbum (porque elas geralmente tem uma gramatura mais grossa) eu prefiro usar a Cola Polar Arte, que é transparente e fixa bem. O único problema dessa cola é que pra alguns materiais, ela deixa a fibra carbonada preta, e aí seu ticket fica todo manchado nas partes brancas – aconteceu com um dos meus nesse álbum, fiquei muito triste – então pra esse tipo de item prefira usar uma Cola Polar Branca ou cola bastão!

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Pros desenhos e inscrições (que eu fiz todas a mão com a minha própria caligrafia) eu usei aquelas canetas signo metálicas – não as com purpurina, as metálicas mesmo! – nas cores dourada (cor na caneta: GOLD) e prateada (cor na caneta: SILVER)!

Elas são boas porque não mancham, deslizam com facilidade e deixam um efeito bem legal na folha preta. Se a folha do seu álbum for branca, prefira a caneta dourada, mas saiba que ela não fica tão bonita (o tom fica mais puxado pro amarelo do que propriamente dourado), mas a prateada nem aparece direito em folhas claras. O grande problema de todas as canetas Signo é que elas ficam secas muito rápido e falham com frequência.

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O álbum foi dividido em duas partes: Viagem #1 e Viagem #2. A Viagem 1 eu fiz quando meu namorado foi passar um ano na Alemanha pelo ciência sem fronteiras. Comprei a passagem pra Novembro e chegando lá tudo e todos já estavam em clima de Natal. Peguei bastante frio, mas nada muito horroroso que impedisse de fazer bons programas durante a viagem, mas claro que levei casacos pesados, porque a noite batia perto dos 0 graus!

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Como durante o período de Novembro meu namorado inda tinha aulas na faculdade alemã, aproveitamos alguns dias sem aula e fins de semana pra viajar pela Alemanha. Fomos juntos a Stuttgart, Baden-Baden e a Strassburg (divisa entre Alemanha e França) e eu fui sozinha durante a semana para Heidelberg. Foi demais, super recomendo pra quem tem mais tempo no país conhecer essa área, chamada de Baden-Württemberg.

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Depois da primeira experiência europeia com o Ric decidi voltar pouco tempo depois, em Março de 2014. album-06O aniversário dele é Março e ele ainda estaria na Alemanha, então decidimos comemorar juntos. Além disso, ainda tinha duas amigas minhas que toparam se aventurar por outros países com a gente, o nosso itinerário foi esse da fotinho aqui do lado! Eu fui primeiro pra Alemanha, passei uns dias lá com ele e fomos até Frankfurt, depois encontramos as meninas em Barcelona, de lá partimos para Paris e aí rolou outro split – o Ric voltou pra Karlsruhe e eu e as meninas fomos pra Amsterdam. Na volta eu fui pra Karlsruhe, passei mais um diazinho e vim pra casa.

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A viagem pra Barcelona teve alguns percalços, mas no final foi uma ótima viagem, ficamos 4 dias inteiros, o que eu acabei achando muito pra ideia que tínhamos de visitar tudo rapidinho.

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Dando uma ficha técnica muito rápida:

Hostel: Casa Consell Guest House.
Todos nós amamos o Hostel, a localização é ótima, o atendimento é muito bom e atencioso e as instalações eram limpas e arrumadinhas. O único “contra” era que o banheiro era compartilhado, mas mesmo assim estava sempre limpo e organizado!
Pra quem quiser reservar, é só entrar nesse link  😉

(Meu) Lugar favorito: Park Guell.
Como nós eramos muitos, não sei se todos vão concordar, mas o meu ‘spot’ preferido de Barcelona foi o Park Guell, desde o caminho até lá até o parque em si com as lindas esculturas de Gaudí e cores diferentes e vibrantes.. eu fiquei apaixonada. Foi a primeira atração da qual eu REALMENTE gostei em Barcelona.

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Comida: Tapas!
Vá preparado, a maior parte dos restaurantes serve comida no estilo de Tapas, ou seja, várias pequenas porções que não custam barato e nem enchem a barriga. Em alguns restaurantes as opções são deliciosas, aproveite pra experimentar sabores bem diferentes! Para aqueles mais conservadores também é possível encontrar uma paella, pizzas e fast foods. Nós encontramos um restaurante italiano maravilhoso perto do nosso Hostel, indicado pela atendente super simpática, que servia a pizza mais maravilhosae em um tamanho bom. O nome era Bella Italia, recomendamos!

Atenção: Durante a viagem uma de minhas amigas teve Euros roubados por mulheres vindas sei la da onde, dizendo que queriam assinaturas para caridade. É golpe! Cuidado com coisas assim porque lá tem aos montes, infelizmente.

Fomos então para Paris!

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Eu já tinha ido pra Paris com meu pai uma vez, mas a viagem foi completamente diferente, mesmo.. Curiosamente não é um dos meus lugares preferidos, mas foi bem divertido.

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Hostel: St. Christopher’s Inn – Gard du Nord.
Na minha humilde opinião esse é o melhor hostel em que já fiquei. Organizado, bonito, descolado, com lockers disponíveis, atendimento maravilhoso e comida DELÍCIA. Ficamos em um quarto duplo sem banheiro compartilhado e pra mim foi como se ficássemos em um hotel. O único problema dele é a localização. O bairro abriga a maior estação de trem integrado de Paris, então passa todo tipo de pessoa por ali e a frequência dos arredores da estação não é muito boa. Durante o dia não tem tanto problema, mas durante a noite, quando voltávamos dos passeios, dava um frio na espinha. Não tivemos qualquer problema, justiça seja feita.. mas da próxima vez é possível que a gente pense duas vezes e talvez até tente o Hostel da mesma cadeia que fica perto do Canal.

(Meu) Lugar favorito: Museu D’Orsey.
Da primeira vez que fui a Paris não tivemos tempo de visitar o Museu D’Orsey, eu adoro arte e pra mim a melhor parte dessa segunda viagem foi adicioná-lo o hall de museus que conheci.

Comida: Crepe de Nutella!
Tem em tudo quanto é esquina e é delííícia! Vale a pena! Como estávamos contendo gastos, comemos basicamente na rua, o que salvou foram os diversos paninis e crepes das ruas de Paris.

Atenção: Cuidado nos arredores da Basílica do Sagrado Coração, lá tem muitos turistas e muitas pessoas esperando pra se aproveitar dos turistas.

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Pegamos um trem super confortável de Paris para o nosso próximo destino, que é meu xodó da viagem: Amsterdam ❤

Apesar do Ric já ter voltado pra cidadezinha alemã dele, eu amei cada segundo e cada esquina em Amsterdam. Até mesmo o red light district que antes me dava algum preconceito, é um lugar interessante. album-15Ficamos só dois dias em Amsterdam, mas foi suficiente pra eu me apaixonar perdidamente pelo lugar, pelas pessoas, por tudo. É possível fazer todos os passeios a pé e com calma! Todos falam em inglês e a cidade está mais do que preparada para receber turistas.

O Heineken Experience é um ‘must’, mesmo pra quem já é mais velho ou pra quem não gosta de cerveja. O espaço é super atrativo, o tour é interessante e interativo e eu, que gosto de cerveja, aproveitei os drinks de graça, hehe.

Hostel: St. Christopher’s Inn Amsterdam.
Na minha humilde opinião esse é o melhor hostel em que já fiquei. Organizado, bonito, descolado, com lockers disponíveis, atendimento maravilhoso e comida DELÍCIA. Ficamos em um quarto duplo sem banheiro compartilhado e pra mim foi como se ficássemos em um hotel. O único problema dele é a localização. O bairro abriga a maior estação de trem integrado de Paris, então passa todo tipo de pessoa por ali e a frequência dos arredores da estação não é muito boa. Durante o dia não tem tanto problema, mas durante a noite, quando voltávamos dos passeios, dava um frio na espinha. Não tivemos qualquer problema, justiça seja feita.. mas da próxima vez é possível que a gente pense duas vezes e talvez até tente o Hostel da mesma cadeia que fica perto do Canal.

(Meu) Lugar favorito: Tudo.
Eu amei a cidade toda e tudo que vi, fiz e ouvi por lá. A Casa de Anne Frank é super emocionante, existe um número considerável de museus e galerias de arte e a cidade tem um ar jovial que contagia.

Comida: Almoço delícia de salmão defumado e cerveja de cereja!
Um dia andando de uma atração pra outra decidimos parar em um restaurante local a céu aberto e comer. Aquele acabou sendo o melhor almoço da vida, com cerveja de cereja, torradas com salmão defumado, salada e ovo. Mas nenhuma das três anotou o nome do lugar – tristeza.

Atenção: Cuidado com as bicicletas!!

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Eu finalizei o Álbum com as fichas técnicas de cada lugar, algumas observações do que valia a pena rever caso algum dia eu volte.. e fiquei com muita saudade de tudo compartilhando esse álbum aqui. ❤

Eu estive no Rio em 2016

Pra ser sincera, eu moro no Rio então só permaneci em casa mesmo. Mas tendo em vista o ano e principalmente o mês de Agosto (mês de Olimpíadas) e o mês de Setembro (mês de Paralimpíadas) achei que meus programas caseiros, de repente, se tornaram muito mais interessantes e vou compartilhar, hehe.

O mês de Agosto foi um mês muito badalado no Rio. Essas tais Olimpíadas, como a maioria das coisas aqui no Rio, foi evento polêmico, mas na minha opinião foi SUCESSO. E olha que eu sou uma pessoa muito pessimista, muito crítica e até eu me impressionei. Muita interação, muita festa, os jogos realmente são contagiantes e os organizadores mandaram muito bem em vários aspectos.

Apesar de ser uma pessoa de centro esquerda (bem mais centro que esquerda, mas ainda assim…) e não ser nem um pouco fã do prefeito da minha cidade e nem da escolha do Rio como cidade olímpica, na época vou focar nas cois boas, porque tiveram MUITAAAS.

E as Paralimpíadas foram simplesmente sem comentários. Virei fã. Quero mais, muuuuuito mais atividades para Para-atletas no Rio porque eles merecem! São incríveis, super-heróis mesmo..

Vou descrever pra vocês o que eu mais gostei em ordem de impacto, preparem-se:

1) Casas dos países – especialmente a Casa Áustria

Vários países ocuparam espaços do Rio pra apresentar um pouco mais da sua cultura em tempos de Olimpíada. Vários gringos por aqui, o povo do Rio (e do Brasil todo mesmo) engajado no objetivo de aproveitar as Olimpíadas e as casas de países foram, com certeza, as campeãs de audiência.

Eu cheguei na porta da Casa Suíça, mas estava LOTADA (papo de mais de 2 horas de fila) então desisti. Cheguei a visitar a Casa México, a Casa Colômbia, a Casa Alemanha (que se chama Oli Ale e eu vou falar um pouquinho melhor em post específico), a Casa Brasil  e a Casa Áustria.. De longe a mais legal e que mais cumpriu com o objetivo foi a Casa Áustria.

A Casa ocupou a sede do clube do Botafogo e a parte que era aberta ao público era relativamente pequena, só a varanda, por isso ela também vivia cheia. No dia em que eu e minha irmã resolvemos ir era um feriado olímpico e uma quarta-feira (se não me engano) e chegamos antes da hora do almoço (umas 11h00). Pegamos apenas 10 minutos de fila e entramos, mas logo depois de nós se formou uma fila quilométrica, coisa de 5 minutos depois que entramos a ela já dava volta no Shopping Casa & Gourmet – assustador. Mas aí nós entendemos o porque de tanta fila: quem entrava não queria nem precisava mais sair – a casa de fato era muito boa e tinha programação pro dia inteiro.

Nós cantamos, dançamos música típica, tomamos cerveja, falamos alemão, comemos Krautspäzel e aproveitamos muito! As pessoas nos caixas, servindo bebida e tocando eram todas Austríacas, alguns (principalmente nos serviços de bebida e comida) falavam português mas claramente você entrava em um lugar que respirava outra cultura. A energia era tão boa que era difícil ficar parado, a banda típica Austríaca fazia todos quererem dançar e cantar. Logo depois da bandinha que tocou enquanto estávamos lá ia ter um Dj tocando música de night, mas já tínhamos nos programado pra fazer outras coisas e conhecer outras casas naquele dia – um erro, deveríamos ter ficado lá mesmo e aproveitado o dia todo, porque depois não conseguimos voltar e a Casa encerrou as atividades antes do início das Paralimpíadas 😥

Casa Alemanha – OliAle

Além da Casa Áustria nós também visitamos – e gostamos – da Casa da Alemanha, chamada Oli Ale. Ela era na praia, tinha um estilo todo próprio (imagina colocar um urso de Berlim na frente de um mega quiosque estilo havaino, era mais ou menos isso, me arrependi de não ter pego a fila pra tirar foto com o urso) e um clima super alto astral.

Mesmo nos dias nublados valia a pena visitar o espaço que ficava entre as praias do Leblon e de Ipanema, já que ela era cheia de programação e tinha algumas interatividades pra aproveitar (como aula de slack-line, arremesso livre com bolas de basquete ou totó.. também tinham mesas pra almoço e lanche e redes pra relaxar!) – o bom da casa é que a comida era gostosa e “barata” se comparada com as demais casas. O problema é que só ficava aberta de quinta a domingo. Valeu super a pena passar lá e gastar uma manhã aproveitando o melhor que a praia tinha pra oferecer.

2) Boulevard Olímpico

O Boulevard Olímpico é um grande espaço de entretenimento criado na Zona Portuária em razão dos eventos da Rio2016 – Olimpíadas e Paralimpíadas. É uma faixa de muitos quilômetros que vai desde antes da praça XV até o final do espaço dos Armazéns. Na Praça Mauá, bem do ladinho do Museu do Amanhã, eles montaram o Palco Encontros, que tinha shows durante o dia e a noite e onde passavam os Jogos ao vivo.

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Seguindo em direção aos Armazéns as paredes estão cheias de arte. Os grafiteiros usaram o espaço para fazer obras maravilhosas e encher a cidade de cor. Meu preferido – e de todo mundo, eu acho – com certeza é o do Kobra que abusou das cores e fez rostos de pessoas de várias nacionalidades ❤

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Essa moça que tem jeito de africana é a minha preferida, achei ela maravilhosa.

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Além do Big grafitte do Kobra têm também artes lindas espalhadas ao longo da rua.

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A Pira Olímpica também ficou por lá, exposta por todos os dias de Olimpíadas e Paralimpíadas, linda demais!

  • O Boulevard funcionou durante todo o tempo de Olimpíadas e Paralimpíadas, mas hoje passei pelo centro e achei ele um pouco às moscas.. Espero que a prefeitura cuide dessa estrutura porque ficou muito maravilhosa pra se perder a toa.

3) Parque Olímpico

Fomos ao Parque Olímpico duas vezes, uma durante as Olimpíadas e outra durante as Paralimpíadas. Na primeira experiência tivemos menos tempo no Parque pra aproveitar tudo que ele tinha disponível e também ventou muito, o que acabou acarretando no fechamento da mega store e de algumas atrações antes de conseguirmos visitar. Fomos ver o polo aquático no Estádio Quático Olimpíco, uma estrutura linda que eu não sabia, mas vai ser removida do parque, não vai ficar lá como legado das Olimpíadas. Fiquei ainda mais feliz de ter ido lá por conta disso.

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O jogo foi uma lavada, era Brasil e Estados Unidos e as meninas brasileiras não desistiram e lutaram até o final, mas o placar foi tipo 13×3 pros EUA. Não tenho certeza se foi isso, lá pelas tantas eu só parei de contar e gritava toda vez que uma brasileira tocava na bola, hihi! Apesar da derrota as meninas foram ovacionadas pelos torcedores e foi lindo demais ❤

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Na nossa experiência de Paralimpíadas aproveitamos bem mais a estrutura do Parque Olimpíco. Fomos assistir o Basquete Sentado Masculino e foi DEMAIS. Eu amei a energia e como o jogo era exatamente tão dinâmico, talvez até mais dinâmico, que o basquete convencional.

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Além do Basquete vimos também o Goalball, que foi uma partida completamente diferente de tudo que eu já tinha assistido (não que eu já tenha ido assistir vários jogos também..) porque a audiência tem que permanecer em silêncio na maior parte do tempo. Basicamente os jogadores escutam guizos dentro da bola pra saber pra onde se locomover e quando. São três jogadores de cada lado que funcionam como goleiros e arremessadores. Muito legal também!

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No Basquete Sentado!
  • No lugar da estrutura do Parque Olímpico vão ser construídas três escolas do amanhã – escolas em tempo integral – com parte do material usado para os Estádios (do futuro e Estádio Aquático Olímpico). Em estrutura de esporte a piscina do Maria Alenque e as Arenas Cariocas vão ser mantidas!

4) Maracanã ❤ Eterno amor

Ah, o Maracanã. Sou flamenguista e a primeira vez que eu vi o Flamengo jogar nesse Estadio foi simplesmente mágica, me da vontade de chorar toda vez que eu lembro.

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Olha a escultura maravilhosa da Pira Olímpica lááá no fundo!
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Mengão do meu coração e as bandeirinhas!

Pras Olimpíadas ele ficou ainda mais especial. Com a escultura da Pira de um lado, hiper telões super poderosos do outro, bandeirinhas de todos os países penduradas. Foi simplesmente lindo, um show mesmo. Pena que no dia que fomos o Brasil perdeu (a seleção feminina) mas foi lindo mesmo assim.

Bom, esses foram meus meses de Agosto e Setembro. Foi demais. Foi lindo. Espero que vocês tenham tido a oportunidade de participar de algo assim, senão tiveram, eu recomendo imensamente que corram atrás pra próxima Olimpíada. Tomara que algum dia ela volte pra nos visitar novamente.

Beijos Olímpicos atrasados!

Avaliando: OrnaMakeup

Não é novidade que eu sou fã do Blog Tudo Orna. Vira e mexe eu coloco referências de coisas que eu vi, descobri e aprendi a amar com as irmãs Alcântara. Elas são pra mim um modelo de como todo mundo deveria ser, em termos de ética, estilo, comportamento.. enfim.. verdadeiros exemplos mesmo.

Quer ver detalhes contados pelas próprias irmãs sobre a marca de maquiagem? Entra !

Há um tempinho (coisa de mês) elas criaram uma marca de maquiagem chamada “Orna MakeUp”, segundo elas mesmas, uma realização de sonho antigo das três que sempre pensaram em ter a própria linhas de maquiagem. O primeiro – ou melhor – os primeiros produtos a serem colocados no mercado foram os batons de acabamento matte em quatro cores que compõem a coleção ilha do mel. Como tudo que elas fazem, a linha é produzida, criada e pensada no Brasil, mais especificamente no Paraná – de onde as três vêm e moram.

O preço era uma incógnita, ainda não tinha sido divulgado oficialmente, mas em um vídeo super atencioso a Bárbara e a Débora já tinham dado uma noção de até quanto custaria a unidade do batom. Eu confiava que o produto ia ser de alta qualidade, mas com batons, eu não tenho boas experiências então, na verdade, seria um tiro no escuro mesmo, minha adaptação com novas maquiagens é complicada.

Apesar de tudo, arrisquei e comprei logo o kit com as cores todas, Farol, Trilhas, Encantadas e Mirante e aqui embaixo estão as minhas observações!

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  • De fora pra dentro

Essas caixinhas aí em cima são as embalagens das quatro cores e elas são, de fato, tão lindas quanto parecem. Esse design minimalista chic que as meninas adotaram pra Orna é a coisa mais linda. O único “porém” pra mim é que depois de abrir e fechar algumas vezes a caixinha de papel fica feiosa (a tampa das minhas já saíram praticamente) e eu realmente queria guardá-las pra sempre!

  • Cobertura

A cobertura é ótima! Justamente por isso, tenha cuidado ao passar, porque se borrar fica meio difícil de corrigir, até porque a secagem é ultra rápida.

  • Pigmentação

Os batons são bem pigmentados, há quem prefira colocar mais do produto pra ficar com a cor BEM protuberante, mas eu normalmente coloco pouquinho e já dá o efeito que eu quero.

  • Textura

A textura é de batom matte líquido, mas não é bem líquido, ele é bem concentrado, fica como se fosse uma pastinha, eu acho mais fácil de passar com essa textura, mas tem quem prefira o batom mais líquido.

  • Esse cheirinho ❤

Dá vontade de comer o batom de colher, sério.

  • Bom saber

A marca é Cruelty Free, produzida e criada em Curitiba. As meninas fazem parte do movimento Slow Fashion e eu realmente acredito que elas empreguem os conceitos de Fair Trade e Sustentabilidade nos produtos, então fica a dica pra quem quer consumir conscientemente.

As cores

Aqui em cima sou eu, sem efeitos, usando o batom Farol e o batom Mirante (depois de algumas horas de Paralimpíadas e, ainda sim, estava lá, vermelho, firme e forte!)

As outras cores também são lindas, mas não tirei foto usando ainda! Pra não ficarem chupando o dedo, vejam as fotos promocionais da marca, que estão todas lindas no instagram @ornamakeup !

Basicamente, eles são meus mais novos batons preferidos. Isso porque eu não suporto batom grudento e, antes desses, só tinha experimentado batons matte que descascavam ou desbotavam muito fácil. Enfim, cada um tem suas preferências e, ainda bem pro meu bolso, esses da Orna Makeup atendem às minhas direitinho.

Achei válido dividir a experiência. Kuss.

O justo é o novo preto: MALHA

Domingo um amigo comentou comigo sobre um novo centro de moda colaborativa que vai inaugurar em São Cristóvão. De fato, eu já tinha ouvido alguém falar sobre isso há um tempo atrás. Li em algum artigo, ou talvez no adoro (blog da farm). Como no dia estava em um momento de muita inspiração e curiosidade – curiosamente provocado por efeito inverso do que deveria ser minha ressaca da choppada de sábado – resolvi pesquisar mais a fundo.

Achei o projeto tão legal que resolvi escrever aqui sobre ele.

Na verdade a criação da MALHA é resultado de um processo de conscientização muito maior, que eu venho acompanhado já há alguns anos e que vai ter post específico sobre o assunto: o movimento slow fashion, o slowsumerism, sustentabilidade e a maior conscientização com relação à moda como cadeia produtiva.

Nos últimos anos nós vimos de tudo nesse mercado: trabalho escravo, questionamento sobre qualidade de material, questionamento sobre padronagem de tamanhos e o modelo de corpo das modelos, o descarte desenfreado de peças e coleções inteiras em nome de tendências que não se mantinham nem três meses nas prateleiras, fora o descaso com o meio ambiente, com a vida dos animais e, principalmente, das pessoas em áreas de produção.

A verdade é que já usamos tudo que podíamos desse mundo de forma muito irresponsável e chegou a hora de questionarmos o que tem sido feito e a forma como tem sido feito, pra criar novas oportunidades pras gerações futuras. Afinal de contas, uma indústria que faz tudo isso e sai impune não o faz sem qualquer autorização, pelo contrário, FAZ porque seu público consumidor apoia (mesmo que de forma tácita) os seus comportamentos. Vale tudo pela moda? As mudanças e a conscientização foram chegando em diversos campos cada vez mais fortes e implacáveis e a tendência é vermos cada vez mais transformações nos mercados que compõe o nosso dia a dia. #aindabem

Cada vez mais as pessoas questionam os métodos antigos pra buscar novos menos agressivos, mais humanos e que supram as necessidades de alguns sem arriscar e sacrificar as vidas de outros, seus costumes, sua dignidade. É preciso mudar o pensamento do público que recebe os produtos. Na moda esse pensamento também teve reflexo e boa parte dele está estampado no conceito da MALHA.

A ideia principal do projeto, que já vai sair do papel pra abrir as suas portas em São Cristóvão, é de conexão entre todos os pontos que se relacionam no mundo da moda – produtores, costureiros, estilistas, consumidores, fotógrafos. Todo mundo que tem um pézinho nesse mundo (ou não, mas queria ter) vai ter espaço pra conversar, se relacionar, produzir, consumir, aprender e ensinar na MALHA. Ou pelo menos essa é a proposta.

“Mas que diferença isso faz?” Primeiro que todo mundo pode se ajudar, assim, os custos de produção são dissolvidos entre diversos agentes. O material pode ser comprado em conjunto. O consumidor pode conhecer exatamente todos os processos da confecção da sua roupa. É mais fácil, desta forma, produzir com preço justo – tanto pros trabalhadores como pros consumidores. Resumindo: fica tudo muito bem, obrigada.

Eu, particularmente, como mera espectadora desse mundo e grande fã do André Carvalhal, um dos idealizadores, estou ansiosa pra ver como vai ficar na vida real a construção de tantas boas ideias. O espírito é pegar aqueles ditados “unidos venceremos”, “a união faz a força” e “se quiser algo bem feito faça você mesmo” e misturar em uma nova plataforma de criação, produção e divulgação de moda. Acho super válido todos que tenham interesse no assunto, no mercado, nos novos movimentos de conscientização e humanização do capital, irem e verem com os próprios olhos o resultado. Eu sei que eu vou!

Dá uma olhada no site dos caras pra ver o projeto, vale a pena! MALHA

Já até me inscrevi na newsletter deles pra receber tudo que tiver de interessante (;

É isso, achei interessante.

Vale a pena ler sobre o assunto (e assuntos conexos):

(1) http://radioibiza.com.br/blog/pra-vestir/nao-consuma-menos/
(2) http://www.malha.cc/midia/
(3) http://radioibiza.com.br/blog/pra-destacar/malha/
(4) http://reviewslowliving.com.br/2014/09/24/o-que-e-o-slow-fashion/
(5) https://issuu.com/mareperuska/docs/reportexx

Carinha nova :)

O Lumminaria ganhou um fundo novo lindo de morrer e um logo só pra ele.

Pra dar os devidos créditos achei justo fazer um post falando da alteração e tudo que eu usei pra fazer. Eu tenho o photshop em casa e adoro coisinhas de design. Por esse motivo, sempre acompanho sites que distribuem de graça alguns ‘goods’ pra quem gosta de design digital ou web design. Essa semana no Creative Market – que é um site super legal sobre esse assunto, que libera toda segunda um novo set de ‘freebies’ pra download – eles estão oferecendo em download gratuito a fonte ‘Spellig Night’.

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Essa fonte que alem de ser linda é super delicada no estilo lettering.. ainda vem com um bônus! Diversas texturas de aquarela pra você dar um efeito bem legal ao que você escrever com ela. É ótimo pra fazer quadros, convites, templates, etc.. Eu super aproveitei e usei tanto a fonte como as texturas aqui no lumminaria pra fazer esse novo layout.

0203

Na verdade, o layout continua o mesmo: Toujours da WordPress. Mas eu mudei o fundo para uma textura aquarelada amarela do set da Spelling Night (que eu alterei o tom no photoshop pra uma amarelo mais ovo, no arquivo original ele veio mais areia).

Lumminaria logo 01

Além de mudar o fundo, coloquei o mais novo logo que eu criei, também no photoshop e também usando o set da Spelling Night (usei a fonte e a textura amarela alterada novamente). O desenho da lâmpada eu criei a partir de dois icones de outro set que eu baixei no mesmo site (Creative Market), esse aqui!

Então, basicamente é isso. Vou deixar os links aqui embaixo pra quem quiser pegar esses free goodies (estão free só essa semana em? Aproveita que é só até domingo!):

Icones
Fonte & Texturas