#tbt : Hawaii

Oi gente!

Nesse dia de #throwback eu resolvi lembrar de uma parte deliciosa de 2015: minha viagem com parte da família pro Havaí. Como vocês podem imaginar vai ser um post cheio de fotos, porque não tem como ser diferente, mas também parei pra lembrar de todas as boas dicas pra passar pra vocês 😉

Antes de mais nada, uma pequena ficha técnica dessa parte da viagem com algumas observações pra ajudar a se programar!

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Época do ano: Fomos em Maio, chegamos no Havaí  no “Memorial Day”.
Clima: Praticamente tropical. Tirando um tímido ventinho de fim de tarde, estava bem quente na maioria do tempo.
Ficamos hospedados em
: Eu não lembro bem o nome do hotel, mas ele era modesto e pertinho da praia de Waikiki, a mais famosa e turística da ilha Oahu (principal ilha do Havaí, onde fica a capital Honolulu).
Gostamos do hotel? Nem tanto. Essa era nossa primeira viagem ever para o Havaí, então não tínhamos muita ideia do que esperar. Depois de quase um mês de viagem, estávamos cansados e já havíamos passado por todo tipo de hotel, uns MUITO bons e outros nem tanto.
Gostamos da viagem em si? SIIM. Agora eu consigo entender porque tem gente que vai pro Havaí sempre que tem chance, lá é lindo demais e tem muita coisa interessante pra fazer/descobrir.

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O problema maior dessa área em que ficamos, na minha opinião, eram os turistas. Lá, de fato, é uma área super turística, então estava lotada de Japoneses e Chineses, sem brincadeira, LOTADA. Por conta da grande frequência asiática, várias  placas estavam escritas em Chinês e Japonês, havia diversos restaurantes especializados na comida Chinesa e Japonesa e os hábitos deles são tão diferentes dos nossos, que foi um grande choque cultural.

Pra primeira viagem achei importante ficarmos onde ficamos, porque era central para todos os passeios turísticos e a gente não conhecia nada né? Mas pra quem já conhece alguma coisa do Havaí acho que vale mais a pena pegar uma casa mais pra dentro da ilha, é menos central, provavelmente você vai ter que pegar o carro pra ir até o mercado, mas a vista e as praias são tão calmas e maravilhosas que acho que vale a pena.

Ficamos todos os dias de Havaí em Oahu! Não chegamos a explorar outras ilhas. As praias mais afastadas super valem a pena e, no final das contas, demos a volta quase em toda a ilha! Ela não é tão grande quanto parece.

Nós alugamos um carro com GPS, mas as boas dicas fomos pegando com as pessoas de atendimento aqui e ali. A dica de ouro, na verdade, veio no meio do caminho pra uma das praias, descobrimos um Oasis brasileiro: um food truck que vende coxinha, pastel, guaraná antártica, Açaí e Pitaya ❤

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Nesse momento aproveitamos pra tirar todas as nossas dúvidas porque o pessoal era brasileiro e morava há muitos anos no Havaí. Eles deram algumas dicas sobre boas praias e melhores formas de se chegar em qual ponto turístico, etc.. Muito muito legais! Pra mim é parada obrigatória pra qualquer brasileiro que vai até lá, inclusive porque a coxinha é uma das melhores que eu já comi (inclusive no Brasil, hehe)!

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Percebam a felicidade no olhar.. #garotapropaganda

Infos do Foodtruck brasileiro:
Nome – Crispy Grindz
Onde – North Shore de Oahu (especificamente perto – em frente, na verdade – da praia de Pipe Line)
Site – http://crispygrindz.com/home/

A comida no Havaí nós não aproveitamos muito, em geral. Acabamos comendo em restaurantes que apareciam no contexto da nossa programação e, a única indicação que tivemos de restaurante foi um de Japonês que fica bem em frente a praia, mas achamos muito caro e acabamos optando por focar em comidas menos típicas, hehe.

Uma coisa eu posso dizer sobre a comida: adorei essa moda de botar abacaxi nas comidas salgadas, virei uma adepta, amei a combinação. Ela é um clichê, mas é a mais pura verdade!


Programas turísticos que fizemos:

Centro de Cultura Polinésia

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Demos uma volta no Centro de Cultura Polinésia. É uma atração MEGA “para turistas”, achamos meio goiaba, por isso nem ficamos pros eventos dentro do centro cultural.. Mas a ideia é boa: explicar as principais diferenças culturais entre as diferentes tribos das ilhas polinésias.

Memorial Day cheio de Luzes no mar!

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Chegamos bem na época do Festival de Lanternas Flutuantes (Memorial Day), um momento emocionante em que eles mandam lanternas para os seus ancestrais colocando elas pra flutuar no mar. As fotos ficaram horríveis, por causa da luz, mas eu nunca vi algo tão bonito. Pra ver fotos bonitas dá uma olhada aqui: http://www.decolar.com/blog/eventos/festival-das-laterna-flutuantes-no-havai

Pearl Harbor

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Fomos conhecer a história de Pearl Harbor, demos uma volta pelo museu a Céu aberto e compramos uns bagulhos na lojinha de souvenir (como sempre).

Hula!

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Assistimos uma apresentação (de graça) de Hula na praia de Waikiki. Apesar de cheio, foi bem interessante e turístico. Tiramos fotos com os dançarinos, minhas irmã até dançou no palco, foi bem engraçado.

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Olha o visual do fim de tarde na praia ❤

 Praias & Praias … 

{Pessoal, por hoje é só.. em breve eu edito pra falar das praias 😉 }

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Curitibando

Oi gente!

Sexta-feira passada embarquei pra Curitiba de noite. Eu e o namorado fomos pra lá passear porque Segunda e Terça aconteceria o X CODAIP – Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, e eu que amo esse tema decidi ir.

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Chegando em Curitiba você sente de cara a maior diferença entre a cidade e o Rio de Janeiro: a temperatura. Eu já saí do avião sentindo os agradáveis 13 graus que faziam lá fora. Obviamente não consegui reclamar, porque agora nesse minuto, por ex, estou derretendo na cadeira do computador escrevendo esse post no meu quarto no Rio 40 graus.

Fora a temperatura, também notamos a diferença na educação fofa de todos os atendentes do aeroporto, desde os moços da comida até o motorista do ônibus executivo que leva pro centro da cidade. Aliás, tem um ônibus executivo que sai de tempos em tempos e é super confortável, uma mão na roda pra quem sai tarde do aeroporto e não quer gastar muito com táxi. Os horários são predeterminados então, a não ser que ocorra algum problema, o ônibus estará lá ou quase chegando..

Ficamos no superfofo e confortável Roma Hostel ou Hostel Roma, ainda não sabemos bem qual a ordem. É um casarão em frente a uma praça simpática e perto de tudo, fica no centro, então é uma localização estratégica pra quem vai se locomover pela cidade. O shopping estação (que tem esse nome porque fica onde era a antiga estação de trem da cidade) está a um semáforo de distância e lá tem milhões de opções de comida. Super indicamos o hostel por motivos de: bom atendimento, bom quarto, bom preço e boa localização. Aprovadíssimo. O site deles é esse aqui!

Nossa primeira parada no dia seguinte foi o Jardim Botânico que é simplesmente LINDO. Cheio de jardins floridos e pessoas aproveitando o solzinho que fazia durante a manhã, é o lugar ideal pra ir relaxar, caminhar e ler um livro.

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Depois do Jardim Botânico demos uma parada rápida no estádio do Coritiba (o famoso “Coxa”) e partimos para a torre das Mercês, uma torre antiga da Oi que foi feita para ser uma torre de comunicação telefônica, mas hoje é ponto turístico porque tem uma super vista panorâmica da cidade.

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Nós e nosso super guia, o Ricardo, amigo e xará do meu namorado 😉

De lá nós partimos para o almoço, fomos andando de carro e vendo todos os pontos turísticos, o passeio público, a rua das flores, o largo da ordem, vários lugares lindinhos – acabamos comendo num shopping lá em Curitiba que eu sinceramente não lembro o nome, não tinha nada de extraordinário não, mas tinha uma praça de alimentação honesta onde escolhemos ficar.

A próxima parada foi o Tour da Arena, Estádio de Futebol do Atlético Paranaense e um dos estádios MAIS LEGAIS que eu já vi. Ele foi todo reformado para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014 e está lindo, impecável, uma jóia. Tem até o único teto retrátil em estádios de futebol da América Latina (Uau!). O Tour tem 1 hora de duração, mas é bem legal! Vale a pena a visita, ainda mais que o ingresso é bem baratinho.

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Dalí partimos para a última parte do programa turístico: Parque Tanguá! Um lugar que, por mais que fique no meio da cidade, parece um espaço escondido no meio do nada.. A sensação que dá é que você saiu de Curitiba e foi visitar um espacinho calmo, lindo e tranquilo em algum lugar bucólico.

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O parque tem dois pedaços, um bem em cima e outro embaixo. Na parte de cima tem uma estrutura que parece a de um casarão aberto, com lojinha de souvenir e tudo. Por lá você consegue ver a água correndo e caindo como se fosse uma cachoeira, fiquei com um pouco de vertigem vendo toda aquela água passar pelos meus pés, mas pra quem não tem medo de altura é bem maneiro, hehe.

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Sim, o dia estava maravilhoso e não, isso não costuma ser normal em Curitiba. Todo mundo com quem falou disse que tivemos muita sorte com o tempo que pegamos esses dias por lá. Fez sol praticamente todos os dias e eu só peguei chuva durante um curto período de tempo já nos dias de Congresso, foi bem de boa. Mas assim, não se enganem, estava sol mas estava frio, olha minha blusa de manga cumprida, (;

Na parte de baixo tem um bar em um deck, coisa simples mas charmosa. E no lago logo abaixo do deck cai toda aquela água que você ver passar por debaixo dos seus pés lá em cima, muuito maneiro mesmo. O parque é super interessante.

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Depois de conhecer o parque Tanguá o Ricardo deixou a gente de novo no Shopping Estação – aquele perto do Hostel – e depois de comprar shampoo – que tínhamos esquecido no Rio – fomos pro nosso quartinho tirar um cochilo.

Já de noite jantamos na praça de alimentação do Shopping Estação e depois encontramos o Ricardo pra curtir a night curitibana – Shed, uma boate onde toca sertanejo.

No domingo meu querido namorado tinha que partir relativamente cedo, o voo dele fazia escala em Sampa e não queríamos arriscar dele perder, então demos um passeio rápido pela Rua das Flores, pelo Largo da Ordem (onde estava tendo a famosa feirinha de domingo!) e acabamos almoçando um hamburguer por lá! Eu, incompetente, esqueci completamente de tirar fotos do momento pré almoço.

Depois que o Ric foi embora eu peguei o rumo para o MON – Museu Oscar Niemeyer. Eu adoro arte e museus e estava ansiosa pra conhecer esse, principalmente porque a fachada dele é DEMAIS. Oscar Niemeyer caprichou no olho!

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Pra não dar spoilers e nem infringir os direitos autorais do museu, vou dar só uma provinha das fotos que tirei dentro das exposições, mas adianto que são todas muito interessantes e pra quem gosta vale a pena visitar todas as áreas do museu.

Ele na verdade é bem pequenino, tem algumas áreas de exposição e o próprio olho, onde você pode entrar e apreciar mais arte, mas mesmo vendo com toda a calma do mundo e apreciando cada exposição, eu gastei um total de 3 horas em todos os espaços do museu, inclusive do lado de fora, onde tem um parquinho que estava cheeeio de cachorrinhos, gente dançando, café de graça! Foi demais! Vale a visita. Eu não paguei entrada, acho que nos domingos o museu não cobra preço de ingresso.

Bom, a partir daí foi só Congresso.. Aproveitei muito Curitiba, tenho outro Congresso lá em Dezembro e acho que todos deveriam visitar a cidade pelo menos uma vez! Ela é linda!

Obs: Um único motivo para reclamar de Curitiba – não tem Starbucks )’:

Küsse

Álbum Europeu

Eba, mais um fim de semana chegando!

No almoço de ontem encontrei com duas amigas muito especiais que me fizeram lembrar de coisas muuuito boas que vivemos na nossa viagem pra Europa. Chegando em casa eu me lembrei que nunca postei as fotos desse álbum aqui! Achei que pode ser interessante, porque ele ficou muito lindinho (modéstia a parte) e foi super fácil de fazer (;

album-01O álbum que eu escolhi pra fazer meu “Álbum Europeu” foi esse fofinho com temática de viagem da Papel Craft.

Esse é um modelo mais antigo, de 2013-2014, então não sei se ainda vai estar disponível, mas a marca tem um outlet dentro da loja da travessa do Ouvidor – Centro do Rio – pode ser que tenha por lá!

O modelo é de pinos, no tamanho médio. De forma geral eu gostei dele, pela estética, mas pela praticidade o álbum de espiral é indiscutivelmente melhor. Esse aqui tinha mais folhas disponíveis (eu até removi algumas depois do álbum pronto, porque não usei!) e era mais bonito por parecer um caderno tamanho A4, mas me deu algum trabalho pra colar as fotos e, até hoje, quando você abre o álbum ele fica tentando se fechar sozinho, hehe.

album-02 Quando faço álbuns de viagem eu tenho mania de colocar tudo que eu guardo, moedas, passagens, tickets, etc. Uma dica que eu preciso dar pra vocês que têm os mesmos hábitos é: cuidado com a cola!! Pra colar as fotos no álbum (porque elas geralmente tem uma gramatura mais grossa) eu prefiro usar a Cola Polar Arte, que é transparente e fixa bem. O único problema dessa cola é que pra alguns materiais, ela deixa a fibra carbonada preta, e aí seu ticket fica todo manchado nas partes brancas – aconteceu com um dos meus nesse álbum, fiquei muito triste – então pra esse tipo de item prefira usar uma Cola Polar Branca ou cola bastão!

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Pros desenhos e inscrições (que eu fiz todas a mão com a minha própria caligrafia) eu usei aquelas canetas signo metálicas – não as com purpurina, as metálicas mesmo! – nas cores dourada (cor na caneta: GOLD) e prateada (cor na caneta: SILVER)!

Elas são boas porque não mancham, deslizam com facilidade e deixam um efeito bem legal na folha preta. Se a folha do seu álbum for branca, prefira a caneta dourada, mas saiba que ela não fica tão bonita (o tom fica mais puxado pro amarelo do que propriamente dourado), mas a prateada nem aparece direito em folhas claras. O grande problema de todas as canetas Signo é que elas ficam secas muito rápido e falham com frequência.

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O álbum foi dividido em duas partes: Viagem #1 e Viagem #2. A Viagem 1 eu fiz quando meu namorado foi passar um ano na Alemanha pelo ciência sem fronteiras. Comprei a passagem pra Novembro e chegando lá tudo e todos já estavam em clima de Natal. Peguei bastante frio, mas nada muito horroroso que impedisse de fazer bons programas durante a viagem, mas claro que levei casacos pesados, porque a noite batia perto dos 0 graus!

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Como durante o período de Novembro meu namorado inda tinha aulas na faculdade alemã, aproveitamos alguns dias sem aula e fins de semana pra viajar pela Alemanha. Fomos juntos a Stuttgart, Baden-Baden e a Strassburg (divisa entre Alemanha e França) e eu fui sozinha durante a semana para Heidelberg. Foi demais, super recomendo pra quem tem mais tempo no país conhecer essa área, chamada de Baden-Württemberg.

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Depois da primeira experiência europeia com o Ric decidi voltar pouco tempo depois, em Março de 2014. album-06O aniversário dele é Março e ele ainda estaria na Alemanha, então decidimos comemorar juntos. Além disso, ainda tinha duas amigas minhas que toparam se aventurar por outros países com a gente, o nosso itinerário foi esse da fotinho aqui do lado! Eu fui primeiro pra Alemanha, passei uns dias lá com ele e fomos até Frankfurt, depois encontramos as meninas em Barcelona, de lá partimos para Paris e aí rolou outro split – o Ric voltou pra Karlsruhe e eu e as meninas fomos pra Amsterdam. Na volta eu fui pra Karlsruhe, passei mais um diazinho e vim pra casa.

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A viagem pra Barcelona teve alguns percalços, mas no final foi uma ótima viagem, ficamos 4 dias inteiros, o que eu acabei achando muito pra ideia que tínhamos de visitar tudo rapidinho.

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Dando uma ficha técnica muito rápida:

Hostel: Casa Consell Guest House.
Todos nós amamos o Hostel, a localização é ótima, o atendimento é muito bom e atencioso e as instalações eram limpas e arrumadinhas. O único “contra” era que o banheiro era compartilhado, mas mesmo assim estava sempre limpo e organizado!
Pra quem quiser reservar, é só entrar nesse link  😉

(Meu) Lugar favorito: Park Guell.
Como nós eramos muitos, não sei se todos vão concordar, mas o meu ‘spot’ preferido de Barcelona foi o Park Guell, desde o caminho até lá até o parque em si com as lindas esculturas de Gaudí e cores diferentes e vibrantes.. eu fiquei apaixonada. Foi a primeira atração da qual eu REALMENTE gostei em Barcelona.

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Comida: Tapas!
Vá preparado, a maior parte dos restaurantes serve comida no estilo de Tapas, ou seja, várias pequenas porções que não custam barato e nem enchem a barriga. Em alguns restaurantes as opções são deliciosas, aproveite pra experimentar sabores bem diferentes! Para aqueles mais conservadores também é possível encontrar uma paella, pizzas e fast foods. Nós encontramos um restaurante italiano maravilhoso perto do nosso Hostel, indicado pela atendente super simpática, que servia a pizza mais maravilhosae em um tamanho bom. O nome era Bella Italia, recomendamos!

Atenção: Durante a viagem uma de minhas amigas teve Euros roubados por mulheres vindas sei la da onde, dizendo que queriam assinaturas para caridade. É golpe! Cuidado com coisas assim porque lá tem aos montes, infelizmente.

Fomos então para Paris!

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Eu já tinha ido pra Paris com meu pai uma vez, mas a viagem foi completamente diferente, mesmo.. Curiosamente não é um dos meus lugares preferidos, mas foi bem divertido.

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Hostel: St. Christopher’s Inn – Gard du Nord.
Na minha humilde opinião esse é o melhor hostel em que já fiquei. Organizado, bonito, descolado, com lockers disponíveis, atendimento maravilhoso e comida DELÍCIA. Ficamos em um quarto duplo sem banheiro compartilhado e pra mim foi como se ficássemos em um hotel. O único problema dele é a localização. O bairro abriga a maior estação de trem integrado de Paris, então passa todo tipo de pessoa por ali e a frequência dos arredores da estação não é muito boa. Durante o dia não tem tanto problema, mas durante a noite, quando voltávamos dos passeios, dava um frio na espinha. Não tivemos qualquer problema, justiça seja feita.. mas da próxima vez é possível que a gente pense duas vezes e talvez até tente o Hostel da mesma cadeia que fica perto do Canal.

(Meu) Lugar favorito: Museu D’Orsey.
Da primeira vez que fui a Paris não tivemos tempo de visitar o Museu D’Orsey, eu adoro arte e pra mim a melhor parte dessa segunda viagem foi adicioná-lo o hall de museus que conheci.

Comida: Crepe de Nutella!
Tem em tudo quanto é esquina e é delííícia! Vale a pena! Como estávamos contendo gastos, comemos basicamente na rua, o que salvou foram os diversos paninis e crepes das ruas de Paris.

Atenção: Cuidado nos arredores da Basílica do Sagrado Coração, lá tem muitos turistas e muitas pessoas esperando pra se aproveitar dos turistas.

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Pegamos um trem super confortável de Paris para o nosso próximo destino, que é meu xodó da viagem: Amsterdam ❤

Apesar do Ric já ter voltado pra cidadezinha alemã dele, eu amei cada segundo e cada esquina em Amsterdam. Até mesmo o red light district que antes me dava algum preconceito, é um lugar interessante. album-15Ficamos só dois dias em Amsterdam, mas foi suficiente pra eu me apaixonar perdidamente pelo lugar, pelas pessoas, por tudo. É possível fazer todos os passeios a pé e com calma! Todos falam em inglês e a cidade está mais do que preparada para receber turistas.

O Heineken Experience é um ‘must’, mesmo pra quem já é mais velho ou pra quem não gosta de cerveja. O espaço é super atrativo, o tour é interessante e interativo e eu, que gosto de cerveja, aproveitei os drinks de graça, hehe.

Hostel: St. Christopher’s Inn Amsterdam.
Na minha humilde opinião esse é o melhor hostel em que já fiquei. Organizado, bonito, descolado, com lockers disponíveis, atendimento maravilhoso e comida DELÍCIA. Ficamos em um quarto duplo sem banheiro compartilhado e pra mim foi como se ficássemos em um hotel. O único problema dele é a localização. O bairro abriga a maior estação de trem integrado de Paris, então passa todo tipo de pessoa por ali e a frequência dos arredores da estação não é muito boa. Durante o dia não tem tanto problema, mas durante a noite, quando voltávamos dos passeios, dava um frio na espinha. Não tivemos qualquer problema, justiça seja feita.. mas da próxima vez é possível que a gente pense duas vezes e talvez até tente o Hostel da mesma cadeia que fica perto do Canal.

(Meu) Lugar favorito: Tudo.
Eu amei a cidade toda e tudo que vi, fiz e ouvi por lá. A Casa de Anne Frank é super emocionante, existe um número considerável de museus e galerias de arte e a cidade tem um ar jovial que contagia.

Comida: Almoço delícia de salmão defumado e cerveja de cereja!
Um dia andando de uma atração pra outra decidimos parar em um restaurante local a céu aberto e comer. Aquele acabou sendo o melhor almoço da vida, com cerveja de cereja, torradas com salmão defumado, salada e ovo. Mas nenhuma das três anotou o nome do lugar – tristeza.

Atenção: Cuidado com as bicicletas!!

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Eu finalizei o Álbum com as fichas técnicas de cada lugar, algumas observações do que valia a pena rever caso algum dia eu volte.. e fiquei com muita saudade de tudo compartilhando esse álbum aqui. ❤

Welcome to NY <3

Ai, não tenho palavras pra descrever a saudade que eu sinto dessa viagem, gente. Sério mesmo.

No primeiro dia Nova Iorque me assustou pra C*r@lh;?

Cheio de gente, trânsito, táxi, luzes, sons, uma confusão que só. Pensei até em voltar pra casa no mesmo dia. Mas aí a viagem começou de fato, eu fui conhecendo os melhores lugares dessa cidade e aí.. já era. LOVE, LOVE,  LOVE.

Por isso, me empenhei e me dediquei e fiz um álbum de fotos com o melhor da viagem ❤

Demorou mais do que eu queria, mas ficou pronto e decidi dividir um pouquinho do resultado com vocês:

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Capa

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Ai, saudades ❤

Ficha técnica do álbum:

Álbum – Papel Craft
Decorações – Comprei uns adesivos na própria Papel Craft e fui recolhendo papeis e recortes e revistas durante a viagem pra colar no álbum depois! Algumas decorações fui eu mesma que desenhei com caneta Posca 😉
Cola – Usei uma cola polar Arte, mas ela mancha a maioria dos ingressos (o papel é um pouco diferente) então recomendo que vocês usem uma fita dupla face mesmo.

Ficha técnica da viagem:

Época – Junho/2013 a Julho/2014
Companhia – Minha amiga Nat (fomos só nós duas)
Voo – Us Airways com uma escala!
Hotel – Pensylvannia Hotel
Atrações – Compramos um NY Citypass e vimos alguns lugares por conta própria 😉

Beijinhos

Throwback Thursday: Lembrando de NYC

Oi gente!

voltei do meu retiro (de mentirinha, só estava mesmo trancafiada estudando, hehe) e vim postar no blog porque inventei várias coisas durante esse tempo que eu to doida pra dividir.

Pra começar que toda quinta é dia de throwback no instagram. É dia de postar fotos antigas de momentos que marcaram muito sua vida e tal. Eu postei hoje uma foto da minha formatura ❤ mas aqui no blog, quintas-feiras eu vou tentar fazer um throwback de viagens com aspectos de cada lugar que eu gostei muito ou não gostei muito pra ajudar os viajantes e lembrar de boas memórias (:

Pra começar esse quadro eu escolhi uma das minhas viagens mais queridas: NYC – Nova Iorque, NY, EUA.

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Detalhes da viagem:

Época – fomos em Junho, voltamos no 4 de Julho.

Tempo – Foram 10 dias em NYC

Companhia – Natasha, uma super amiga minha da faculdade (fomos só nós duas).

Passagens – U.S. Airways com uma parada em Charlotte, na Carolina do Norte.

Programas turísticos – Compramos o Citypass New York (e foi a melhor coisa que fizemos – bem prático e englobava grande parte do que queríamos fazer).

Pra essa quinta-feira resolvi começar pequeno e relembrar os pontos que pra mim foram TOP da viagem e que eu repetiria sem nem pensar duas vezes caso fosse de novo pra NY: Central Park e Broadway.

Broadway Musicals – Cinderella

Ok que quando eu cheguei a Nova Iorque eu nunca tinha ido a um musical da Broadway. Não tinha ideia de como seria e tinha minhas dúvidas se valeria o preço do ingresso.

Antes de viajar eu já estava pesquisando há algum tempo e vi que variavam em torno de 100 dólares por espetáculo e isso era muito, tendo em vista que eu era uma estudante universitária pagando sozinha minha viagem, hehe.

Isso quase fez a gente desistir de assistir um musical da Broadway, pra ser bem sincera. Estavamos bem preocupadas com budget e tínhamos vários passeios em mente (e compras também) e isso pesou bastante. Mas então nós descobrimos o macete dos ingressos mais baratos!

Descobrimos a tal venda de ingressos embaixo da escadaria vermelha da Times Square e fomos no dia mesmo ficar esperando na fila pra comprar. Essa escadaria é da TKTS empresa de venda de ingressos que da esses descontos nos seguintes pontos de venda:

Duffy Square, na Broadway com a 47th Street – 4ª e sáb 10h/14h e dom 11h/15h para matinês; 2ª 15h/20h e 4ª/dom 15h/20h para peças à noite (esse quiosque de vendas tem entradas com até 50% de desconto para shows no mesmo dia). Esse é o ponto de vendas da Times Square.

South Street – 2ªs e sábados de 11h as 18h e dom de 11h as 16h.

Downtown Brooklyn – 3ªs e sábados de 11h as 15h e domingo de 15h30 as 18h) Nesse  da pra comprar ingressos com desconto para as matinês do dia seguinte.

Nós compramos na escadaria da Times Sqaure mesmo, apesar de ter as maiores filas, porque era perto dos lugares que iriamos visitar. Ficamos uns bons 50 minutos na fila, e não estava nada agradável por conta do calor, mas no final conseguimos ingressos ótimos para o espetáculo da Cinderella por 70 dólares! (Eu tinha visto os ingressos no mesmo local e no mesmo dia e horário vendendo antecipadamente no site por 120 dólares) Valeu super a pena.

Aí veio o problema: Compramos pra um horário relativamente cedo, ficamos nas lojas durante a tarde e fomos na Magnolia Bakery e no Top of the rock, então acabamos atrasando tudo e tivemos que correr pro hotel (Pennsylvania) pra nos arrumar e depois correr pro Teatro!

Eu não sei se mais alguém teve essa impressão antes de ir pra um show da Broadway, mas eu achava que os espetáculos ficavam todos um do ladinho do outro em algum lugar específico (que burrra, da zero pra ela).. não é assim, at all. Esse teatro onde fomos ver a Cinderella era na Broadway um pouco depois da Times Square, no sentido do central park. Mas os demais teatros eram espalhados pelo centro de NY. Preste bastante atenção no endereço antes de calcular tempo e etc.

O show foi maravilhoso, gente. Sem palavras pra descrever, de verdade. O link pro site oficial é esse aqui, pra vocês terem um gostinho do quão maravilhoso é. Ele não está em cartaz em Nova York agora, se não me engano, está fazendo turnê por outros cantos da América, mas é lindo lindo, vale a pena ver.

Eu saí de ‘pessoa em dúvida se o ingresso valia o preço’ pra ‘pessoa que quer ver todos os espetáculos da Broadway da próxima vez que for a nyc. Esse é o tamanho da mágica desses espetáculos!

Central Park – o paraíso no centro de NY

Foi a unanimidade da viagem. Quando as pessoas perguntam pra mim ou pra Nat que parte que mais gostamos, tá na ponta da língua: central park. Ele dá outra cara praquela cidade. A melhor parte da cidade é a parte que fica perto dele, cheia de árvores e gente feliz. Enquanto da Times Square pra baixo é bem agitado, movimentado, cheio de gente – não tão feliz assim.

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Primeira coisa importante que você deve saber: o parque é ENORME. Não é figura de linguagem. Ele ocupa quarteirões e mais quarteirões da cidade. Tem milhares de coisas legais que você pode fazer ao ar livre e estava simplesmente lindo na época em que fomos. Nós conhecemos só a parte Sul do parque. Fomos até o Belvedere Castle andando (desde o hotel, que ficava BEM longe, andamos pra caramba, tá?). Essa parte de ir andando foi culpa minha que não sei andar de bicicleta, se não poderíamos ter ido de bike do início do parque até lá em cima, hehe.

Entramos pela entrada Sul do parque, próxima a Apple Store e a FAO Schwartz (loja de brinquedos), andamos até o Central Park Zoo, nossa primeira parada. Eu e Nat adoramos animais então passamos boa parte da manhã lá no zoológico, que apesar de pequeno tem várias coisas legais pra ver, principalmente se você estiver com crianças pequenas.

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De lá nós fomos seguindo os milhões de caminhos confusos do parque – muito aconselhável vocês levarem um mapa detalhado pra não terem problemas em achar os lugares que querem visitar!

Em nossos caminhos doidos acabamos achando o Bethesda Terrace que é, nada mais nada menos, que um dos spots mais famosos do Central Park e de um dos seriados que mais amamos, Gossip Girl ❤

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De lá fomos andando até Strawberry Fields, ver a mandala do Imagine, e nada mais. É basicamente um jardim, mas não é o jardim mais bonito do parque. É legal você ir, claro. Não corte da programação, mas não vá com expectativas grandes, hihi.

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De Strawberry Fields fomos pelo lado esquerdo do parque até o Belvedere Castle.

Vale mencionar: Na parte que nós não visitamos tem um restaurante que é SUPER recomendado pro brunch de domingo! O nome é Loeb Boathouse e a página dele do trip advisor é essa aqui. Voltando pro Belvedere Castle.. No caminho pra lá passamos pelo Shakespeare Garden, e esse sim, é o jardim mais bonito que vimos no parque.

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Essa foi nossa última parada no parque e esse dia foi simplesmente lindo! Nós almoçamos super tarde, porque não comemos no parque. Mas existem diversos restaurantes aos arredores, nas ruas vizinhas, bem próximos ao parque que vocês podem experimentar. Essa viagem nós fizemos em 2013 e até então não voltamos pra lá.. mas ficou uma lembrança linda do Central Park, meu lugar preferido em NY. ❤

Depois que se volta de viagem..

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Só depois que eu voltei da viagem é que foram aparecendo várias coisas legais na vida sobre San Francisco. Aproveitando que eu tenho trabalhado em um post sobre a ida pra SF, vim aqui deixar algumas dicas prépost, préviagem 🙂

No insta:

Procurando pelo instagram, divulgando o @sobrecomer e pesquisando acabei achando o @likealocal – instagram de uma brasileira que posta coisas legais de LA – e isso me fez pensar que talvez SF tivesse um desses tb! Então, como estava juntando as fotos de SF, resolvi fuçar. Achei o @sanfrancisco que é de uma menina tb, ela é lá de SF e ela posta coisas interessantes pra se ver / fazer / comer pela cidade! Vi tb o @wildbayarea que tb é um insta de fotos de SF, mas ESSAS fotos são surreais! Muito bonitas e inspiradoras, estilo beautiful destinations! Existem outros instas com a mesma pegada, separei meu top 3 de SF aqui:

  
   No netflix:

Comecei a ver a serie nova do netflix.. Dos criadores de Matrix. Adorei a história, que é um pouco surreal e confusa, mas é beeeem interessante. De cara eu amei um personagem! O background dela é SF, então, como acabei de voltar de lá.. Já amei. A Nomi é uma trans que namora a Nitts, uma negra linda com cabelos coloridos.. As duas se amam e vivem felizes em SF, uma das cidades mais maneiras com relação a diferença de gêneros e a questão LGBT/GAY/diferentes formas de amar. Dá pra perceber essa atmosfera de todo mundo pode se amar em SF, principalmente no Castro, o bairro “gay friendly” de lá. Por acaso é onde a Nomi mora com a Nitts! Pra quem vai viajar pra lá e ama series, é uma forma legal de ver lugares importantes de SF! O próprio Castro aparece, o parque do Museu de história natural!! Muito legal mesmo ❤


Na própria entrada do seriado aparecem imagens muito legais da golden gate bridge!

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Oi gente.

cheguei aqui no Rio de volta. apesar de ser velho, vi que meu computador realmente faz falta. o tal do iPad é bom, mas pra postar em blog ainda deixa um pouco a desejar.. o celular então, nem se fala. No total, tiramos mais de 7 mil fotos da viagem. Sabem o que isso significa? muitas fotos. muitas fotos pra escolher, pra postar, enfim.. terei trabalho. enquanto nenhuma dessas fotos é colocada em seu devido lugar aqui no meu computador, vou dando uma palhinha de como foram meus últimos dias nos EUA.

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Aprendendo a lidar com a Gopro

depois de Flagstaff fomos pro Grand Canyon. a entrada sul do parque (que é enorme) fica em Wilson, uma cidade bem antiga da rota 66, perto de Flagstaff. No parque nacional ficamos relativamente pouco tempo. se vc quiser explorar beeem o lugar pode dedicar o dia todinho, chegando cedo, porque tem chão.

DCIM100GOPRO
Todos digam Xiiiis

São 4 rotas, passando por partes diferentes do Grand Canyon. Acabamos perdendo muito tempo fazendo a trilha principal, que sai do Visitor Center a pé. O ideal é você saltar de uma rota a outra com os ônibus que ficam disponíveis. Vou fazer um post só pro Grand Canyon, especificando que partes das rotas que fizemos que merecem atenção especial, e quais que são menos turísticas.

Fotos, fotos y fotos!

Uma surra de imagens desse trecho lindo da viagem!

Depois do Grand Canyon veio a parte mais cansativa da viagem. 7 longas horas de carro até San Diego. Partimos a viagem, na verdade, fizemos 2 horas até Phoenix, depois o resto do caminho até San Diego, com uma parada num Burguer King no meio da estrada!

Eu adorei a viagem, as vistas são incríveis, Phoenix é BEM QUENTE, e BEM SECO. Não se enganem, mesmo que esteja tenebroso de frio no Grand Canyon, se você for em maio pra Phoenix, leve a sério a história de que lá é o lugar mais quente do mundo (pra eles) porque é verdade. Pra quem estava pegando 10 graus em San Francisco, realmente, é uma mudança e tanto. A cidade é legal, bem arrumada, mas eu não vi ninguém na rua, parecia uma cidade fantasma. Uma cidade fantasma simpática, mas fantasma.

O nosso carro era bem confortável, então não foi insuportável passar tanto tempo dentro dele e a Wanda (nome que demos pra nossa GPS never lost) parece ter ajudado bastante meu pai, que era o motorista oficial da nossa viagem.

San Diego chegou enfim, mas eu prefiro deixar pra falar de lá quando estiver com muito tempo sobrando, porque eu simplesmente AMEI tudo lá.

Amanhã eu passo por aqui novamente pra terminar o resumo da viagem!

Adios!